Se você já assistiu a minha palestra “A vida e seus ciclos, histórias de resiliência”, certamente, lembra-se do episódio do jogo de futebol. E sabe, também, que este fato isolado, ocorrido há mais de 30 anos, foi a fagulha da minha apreciação pela experiência do cliente e do meu desejo de me tornar um anfitrião da cidade de São Paulo, atividade que exerço desde 2013.
Meus serviços sempre foram segmentados no público de alta renda. E exatamente por ciceronear meus clientes durante as suas passagens pela cidade, acompanho-os e observo-os enquanto se relacionam com empresas diversas, como hotéis, companhias aéreas, spas, salões de beleza, restaurantes, lojas, academias, clubes privados, etc. Noto, com frequência, que várias destas marcas, não estão preparadas para atender clientes tão diferenciados, principalmente por não saberem identificar princípios, valores e experiências que importam a este público seleto. Faltam-lhes sutileza, iniciativa e uma percepção mais aguçada, mais treinada. Consequentemente, não há fidelização.
Percebi, então, que muito do que aprendi com os meus clientes ao longo desta última década, muitas das técnicas que desenvolvi para entregar experiências assertivas e 100% customizadas, poderiam ser compartilhadas com as mais diversas empresas que, ou têm o mesmo perfil de clientes que os meus, ou querem aprimorar o seu atendimento justamente para começarem a atrair clientes VIPs.
Nascia, ali, a minha segunda palestra, a “Modo anfitrião ativado”, na qual desvendo um pouco dos bastidores e das curiosidades desta vida glamorosa, mas, também, trago parâmetros e lições fundamentais a quem quer participar deste mundo exclusivo.