Essa é uma pergunta que quase todo mundo já fez – ou já ouviu.
Ela costuma surgir em momentos de cansaço, frustração ou falta de reconhecimento. Afinal, por que entregar mais do que o esperado?
Vamos olhar para dois lados dessa questão.
Empregador
Se o empregado pode ter dúvidas sobre o por que se esforçar, o empregador não deveria ter: quanto maior o esforço, maior a produtividade da empresa, maiores as vendas, maior a fidelização dos clientes.
Por isso muitas empresas estimulam o desempenho, seja por meio da política da meritocracia, seja pelo bônus, promoção ou prêmios. Há algumas empresas que facilitam o “ir além” ao disponibilizar aos seus vendedores uma verba de encantamento para que eles possam – por iniciativa própria e sem autorização prévia – fazer algo mais pelos seus clientes. Citando apenas um exemplo, a entrega imediata de uma camisa social já passada na casa do cliente que precisa da peça para um evento naquela noite.
Empregado
Se há reconhecimento e/ou remuneração, o porquê de se esforçar parece evidente. Mas e quando ninguém nota? E é aqui que quero chegar. A busca pelo “a mais” deveria estar no nosso DNA, a despeito de reconhecimento ou de aplausos.
Quando nos esforçamos e nos empenhamos em entregar este extra, estamos exercendo a nossa plena capacidade ou até mesmo expandindo-a. Ou seja, evoluímos.
O prazer de pisar fundo no nosso acelerador e sentir o vento bater no rosto, deveriam, por si sós, ser recompensadores. Porque no futuro, quando olharmos para trás, parte das nossas melhores lembranças será desses momentos, que extraíram nosso melhor e nos levaram à nossa excelência.
Experimente ir além!